MÃE TERRA

"TUDO O QUE EXISTE E VIVE PRECISA SER CUIDADO PARA CONTINUAR A EXISTIR E A VIVER:UMA PLANTA,UM ANIMAL,UMA CRIANÇA,UM IDOSO,O PLANETA TERRA"

Leonardo Boff

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Chá de Alfavaca - Receita Natural

A alfavaca, também muito conhecida por manjericão. O chá desta planta, além de muitos outros benefícios se mostra bem eficaz nos casos de cólica menstrual.
As cólicas durante o período menstrual são sintomas comuns em mulheres que estão na idade fértil. Junto com a Tensão Pré Menstrual, fazem com que mulheres passem maus bocados por dias inteiros. O melhor caminho para o tratamento da dismenorreia, nome pela qual as cólicas menstruais também são conhecidas, é mesmo um acompanhamento ginecológico. Porém, algumas dicas simples podem aliviar os sintomas.
Exercícios cosntantes (ao contrário de uma vida sedentária), repouso, uma alimentação mais leve, massagens na região abdominal e um chazinho podem ajudar.
Alfavaca
Folhas de Alfavaca

Você vai precisar de:

  • Uma colher e meia de sopa das folhas (frescas) de alfavaca
  • Um litro de água

Modo de Preparo:

Ferva a água e desligue o fogo. Só então acrescente as folhas de alfavaca e deixe tampado por alguns minutos, ou até amornar. Coe em seguida.

Posologia

Beba uma xícara do chá de alfavaca a cada seis horas

Cuidados

  • Gestantes devem evitar a alfavaca
  • Não adoce o chá, pois açúcar pode piorar as cólicas

ALEITAMENTO MATERNO

Secretaria da Saúde de Cotia lança Campanha de Aleitamento Materno


 A Prefeitura de Cotia, através da Secretaria Municipal da Saúde, lançou na manhã de segunda-feira (1/8) a Campanha de Aleitamento Materno. O evento contou com a presença da Presidente do Fundo Social de Solidariedade, Mara Camargo, de funcionários, enfermeiros e médicos que atuam  na rede municipal.
O secretário da Saúde – Antonio Melo, abriu a solenidade enfatizando os esforços do município no apoio às mães e aos bebês. “A Semana do Aleitamento é um dos pilares da Campanha de Combate à Mortalidade Materno-Infantil, lançada em maio pela Secretaria. Mobilizamos todos os profissionais dos postos de saúde da família e das unidades básicas para que sensibilizem as mães sobre a importância da amamentação”, afirmou.
Segundo Melo, os profissionais da saúde estão trabalhando para reduzir os índices de mortalidade materno-infantil. “Em 2010, tivemos 10,63 mortos por 1.000 nascidos vivos. Pretendemos encerrar este ano com índices bem menores”.
A coordenadora de enfermagem do Programa de Saúde da Família (PSF) – Paola Mareska Kertesz, falou sobre o trabalho que vem sendo realizado pelas equipes que atuam nos PSFs da cidade. “Capacitamos os enfermeiros para que eles apoiem as mães nos primeiros 15 dias após a saída da maternidade”, disse. Paola enfatizou que o trabalho das equipes que atuam nos bairros muitas vezes é desfazer mitos que rondam o aleitamento materno. 
A médica coordenadora da saúde da Criança, Dra. Liamara D’Angelis Bozzi, falou sobre os benefícios do aleitamento para o desenvolvimento saudável das crianças, destacando que a iniciativa estreita o vínculo de afeto e confiança entre a mãe e o bebê.. “O leite é o alimento mais completo e tem que ser exclusivo nos primeiros seis meses de vida do bebê”.
A presidente do Fundo Social, Mara Camargo, deu um depoimento sobre amamentação e entregou um kit enxoval a uma das gestantes participantes do evento. Em seguida, os organizadores foram ao Hospital Regional de Cotia entregar kits às mães que estavam na maternidade.
A campanha prossegue até sexta-feira, 5 de agosto, em todas as unidades de saúde do município.

BENEFÍCIOS 
O aleitamento materno é a mais antiga estratégia natural de vínculo, proteção e nutrição para a criança. Constitui a mais econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil. 
O leite materno tem tudo o que o bebê precisa até os seis meses, inclusive água, e é de mais fácil digestão. Funciona como uma vacina, protegendo a criança de doenças como diarreia, infecções respiratórias e alergias.
Para as mães, o ato de amamentar ajuda na perda peso mais rapidamente após o parto e ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e de anemia. Também reduz o risco de diabetes, de câncer de mama e de ovário.ALE

Casca de banana pode ser usada para limpar água contaminada por metais pesados

Milena Boniolo, doutoranda em química pela Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) desenvolveu uma maneira barata e ecologicamente correta de retirar os metais pesados que contaminam muitas águas. A única matéria-prima usada no processo é a casca de banana, que após um pequeno tratamento pode substituir diversos produtos químicos.
A inspiração de Milena foi o desperdício das cascas de banana, segundo ela, somente na capital paulista, os restaurantes descartam semanalmente quatro toneladas do material. Além disso, os resíduos orgânicos também são jogados fora inadequadamente por empresas e famílias.
A busca por diferentes estratégias de despoluição da água é uma constante na vida da pesquisadora. Porém, os métodos testados anteriormente eram caros e mais complicados, fator que dificultava a sua aplicação em pequenas indústrias.
Com o uso das cascas de banana esse problema pode estar com os dias contados. Por ter pouco interesse comercial, a matéria-prima é concedida gratuitamente por diversas empresas. A transformação da casca em pó é simples e não necessita de tecnologias avançadas, basta deixá-las expostas ao sol por aproximadamente uma semana, até que elas sequem e possam ser trituradas. Feito isso, os resíduos passam por uma peneira especial para que as partículas tenham tamanho uniforme e assim estão prontas para o uso.
O pó é despejado na água poluída e, por estarem carregadas de moléculas negativas, atraem os metais pesados, que são naturalmente carregados positivamente.
O trabalho é feito sem gastos desnecessários com energia e o resultado é um índice de descontaminação de aproximadamente 65%. Isso significa que se a água passar por esse processo mais vezes a descontaminação pode ser ainda maior.
Os testes foram feitos com urânio, porém se mostram efetivos também com outros metais como cádmio, chumbo e níquel. Para limpar cem mililitros de água é preciso de cinco miligramas do pó feito da casca de banana.
O resultado da pesquisa feita por Milena Boniolo foi apresentado em sua dissertação de mestrado no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). A pesquisadora tem convites para apresentar sua ideia no Brasil e no exterior. Apesar disso, ela explica que ainda precisa encontrar parceiros para que o produto possa ser feito e utilizado em grande escala.
Com informações da Folha

Aprenda como fazer uma técnica simples de compostagem

Postado em 27/08/2010 às 10h26

Imagem: Estadão
Separar o lixo que é encaminhado para a coleta seletiva é um ótimo início, mas não é a única coisa que podemos fazer para diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários. A maior parte do lixo orgânico produzido em uma residência por ser reaproveitada de maneira simples e bastante útil.
As cascas e talos de alimentos, folhas, flores, pó de café, saquinhos de chá e até a casca de ovo, podem ser destinados à compostagem. Apesar de o nome passar a ideia de que seja um trabalho difícil, fazer o reaproveitamento desses alimentos é bem simples e não necessita de muito espaço. A dica é viável até mesmo para quem mora em apartamento.
Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou como passo a passo o processo de compostagem.
A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.
O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de microorganismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.
A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas.

7 ideias de reutilização de garrafas PET

Postado em 17/08/2010 às 15h33

Revisteiro
As garrafas PET começaram a ser comercializadas na década de 70. Somente após dez anos do início da fabricação em larga escala, é que esse produto começou aos poucos a ser inserido entre os materiais reciclados, nos EUA e Canadá. Inicialmente, as garrafas eram transformadas em enchimentos para almofadas. A melhoria na qualidade da fibra de PET proporcionou outras aplicações, como tecidos e garrafas para produtos não alimentícios.
Os impactos causados pelas garrafas plásticas são inúmeros e vão desde a fabricação, com a extração do petróleo, até o seu descarte. O período médio para a decomposição desse material gira em torno de 800 anos.
A reciclagem é de extrema importância para que os impactos causados na natureza, pela fabricação do plástico, sejam minimizados. Hoje, as indústrias conseguem transformar o material reciclado em tecidos ou fazer novas embalagens.
Entre as vantagens da reciclagem está a redução do volume de lixo nos aterros, economia de energia e petróleo, geração de empregos e redução no valor dos produtos originados a partir dos reciclados.
Infelizmente a reciclagem não consegue dar conta de todo o material produzido pelas indústrias. Por isso, os trabalhos artesanais também são ótimas alternativas para diminuir a quantidade de plástico descartada.

Aprenda a fazer a horta de garrafa PET do “Lar Doce Lar”


A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins l Foto: Rosenbaum / Lar Doce lar
O arquiteto Marcelo Rosenbaum, que comanda o quadro “Lar Doce Lar”, no programa Caldeirão do Huck, embarcou de vez na onda da sustentabilidade. Um de seus projetos incluiu a Horta Vertical feita com garrafas PET. A ideia foi tão apreciada pelos internautas que ele explicou, em seu site, passo a passo como fazer um modelo parecido.
A sugestão é ideal para casas que não têm grandes áreas para jardins. Além disso, se torna também uma solução para os resíduos, que deixam de ser descartados e ganham uma utilidade diferente da original.
Para ter uma horta vertical igual à que o Rosenbaum fez para a Família Rodrigues, de São Paulo, são necessários os seguintes materiais: garrafas PET de dois litros (vazias e limpas); tesoura; corda de varal, cordoalha, barbante ou arame; arruelas (somente para quem optar por cordoalhas ou arames); terra e muda de planta.
A primeira tarefa a ser realizada é o corte das garrafas. Todas elas devem ser cortadas da mesma forma, com uma espécie de janela, que será a abertura por onde a planta irá crescer. A distância entre a parte debaixo da garrafa e a abertura pode ser de “três dedos”; na parte de cima pode ser contado um palmo até o corte, conforme mostrado na galeria acima.
Dois furos devem ser feitos na garrafa na região próxima às aberturas, superior e inferior. Será por este espaço que o cordão que segura as garrafas irá passar. O ideal é que todas tenham marcações em distâncias equivalentes, para manter a simetria quando forem penduradas na parede. O fundo de todas as garrafas deve ter um furo, que permita a saída do excesso de água na terra.
Dois fios, que passam pelas extremidades das garrafas, as mantêm presas. Por isso, as arruelas são utilizadas. Quem optar pelo uso dos arames deve colocar as arruelas logo abaixo das garrafas, para servirem como “calço”, para que elas não escorreguem. O barbante e a corda de varal não precisam disso. Nesses casos, basta dar um nó na altura em que a garrafa deverá ficar.
Com as garrafas devidamente presas e alinhadas, basta colocar a terra, a semente e cuidar para que as plantas cresçam saudáveis. Com informações do Rosenbaum.com.

Hidroponia pode ser solução para cultivo em ambientes pequenos


Este tipo de cultura exige pouca mão-de-obra, não necessita mecanização é simples de fazer e produz o ano todo.
Se você mora em um apartamento ou em uma casa que não possui muito espaço para cultivar parte dos alimentos em uma horta, ou então, se mexer com terra é um problema; uma dica interessante é o cultivo de alimentos em água, a chamada hidroponia.
A hidroponia é a ciência que cultiva plantas sem a necessidade de solo (substrato). As raízes ficam embebidas em água da qual recebe uma solução com nutrientes essenciais, em quantidade necessária para o desenvolvimento saudável do vegetal.
Este tipo de cultura exige pouca mão-de-obra, não necessita mecanização é simples de fazer e produz o ano todo. É possível aplicar esta técnica também em escala comercial, trazendo como vantagem a diminuição da agressão ao meio ambiente com a produção agrícola intensificada.

Material:
- 1 pote de sorvete de dois litros (com tampa);
- 6 garrafas PET de cinco litros (uma para recortar e cinco para dissolver os nutrientes);
- 1 rolo de fita adesiva aluminada, bem reflexiva;
- 1 medidor de 10 mL;
- 1 kit de adubo;
- 1 muda de alface (adquirida em agropecuária. Mas, é possível comprar a semente de alface e fazer a própria muda em casa).
Método:

Faça uma abertura na tampa do pote de sorvete do tamanho da tampinha da garrafa de cinco litros. Em seguida pegue uma garrafa PET e recorte a parte superior, para fazer um funil de 4 cm de altura. Na tampinha faça duas aberturas, deixando uma parte intacta no meio para que a raiz não caia.
Envolva todo o pote de sorvete, inclusive a tampa, com a fita adesiva aluminada. Feche o pote de sorvete e encaixe o funil na abertura.
Preparo da solução:
Colocar um pouco de água potável nas cinco garrafas PET e adicionar um saquinho de adubo em cada uma delas. Para dissolver completamente, feche a garrafa e agite bem. A seguir, complete todas as garrafas com água potável (5L no total). As garrafas devem ser armazenadas em local totalmente protegido da luz.
Como adicionar a solução nutritiva e a muda:
Encha o pote de sorvete até a metade com água potável. Retire com o medidor 10 mL de cada garrafa (solução) e adicione no pote de sorvete. Lembrando que o medidor deverá ser lavado antes de retirar do próximo.
Feche o pote e em seguida pegue o funil com tampa, coloque a muda no orifício e encaixe o bico da garrafa na tampa do pote.  Complete com água potável até que encoste na base da tampa do funil, o ideal é que ultrapasse a base da tampa cerca de 2 mm.
Mantenha a planta protegida da chuva e sempre exposta ao sol. Elas precisam de horas de exposição, se isso não acontecer ou ficar a meia sombra a muda poderá atrofiar e não se desenvolver.
Manutenção da muda:
Cerca de seis dias depois o nível da solução com nutrientes começa a baixar, então é necessário fazer a reposição (adicionar mais solução), para isso a maneira mais prática de fazer é deixar preparada e misturada em um balde com tampa e protegido da luz.
Retire com uma caneca a quantidade de solução suficiente para completar o nível do pote de sorvete.
*Exemplo de preparo da mistura: em um balde 20L complete 19,5L de água + 100 mL de cada adubo = 20 L de mistura.
Um dos principais segredos da alta produtividade das plantas neste tipo de cultivo é o correto equilíbrio das soluções utilizadas. Este equilíbrio garante a alta qualidade da produção. A criação do projeto é do Dr Jorge Barcelos da LabHidro da Universidade Federal de Santa Catarina.