7 maneiras de se alimentar com orgânicos economizando dinheiro
Postado em 29/07/2011 às 14h25
Uma dieta rica em legumes, verduras e frutas é praticamente uma garantia de saúde e uma boa qualidade de vida. (Imagem: iStockPhoto / James Tutor)
Uma dieta rica em legumes, verduras e frutas é praticamente a garantia de saúde e qualidade de vida.
Hoje, na era dos agrotóxicos as pessoas se perguntam sobre a procedência dos alimentos e o modo chamado “artificial” como boa parte deles é produzida. O uso dos químicos infelizmente se dá para aumentar a produtividade e consequentemente dar mais lucro aos produtores.
Existem dúvidas quanto ao consumo de um alimento natural e sobre a segurança em comer, por exemplo, uma salada crua ou um morango. A resposta para tudo isso está nos alimentos que chamamos de orgânicos. Estes alimentos são cultivados sem o uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos. Toda a cadeia é levada em consideração, inclusive a qualidade do solo.
A vantagem destes alimentos é que eles são mais ricos em nutrientes e não existem substâncias químicas no processo. A desvantagem é que eles podem custar o dobro.
Mesmo tendo muita informação, boa parte das pessoas não sabem como identificar esse tipo de alimento. Para resolver esse problema e ainda conseguir integrar os orgânicos no orçamento mensal é preciso adquirir conhecimento específico em alimentos.
Aqui estão sete coisas que você deveria saber sobre: comer alimentos orgânicos economizando dinheiro.
- Alimentos orgânicos não são cultivados iguais aos convencionais: este tipo de produto não tem que percorrer grandes distâncias até chegar ao seu consumidor final. Apoie comunidades locais.
- Esteja atento a comprar primeiro, localmente: existem maneiras de encontrar produtos orgânicos locais. Se possível, verifique se existe um mercado dos produtores rurais locais. Muitas vezes eles têm grandes promoções em produtos orgânicos, e os alimentos da temporada devem estar ainda mais saborosos. Envolva-se em programas de apoio à comunidade agrícola. Você pode pré-comprar uma parte das colheitas de um agricultor pagando por mês, semana ou temporada, dependendo da comunidade.
- Aprenda a cozinhar por temporada: as culturas quando estão na época são geralmente mais baratas e mais abundantes. Saiba quais são as temporadas de cada alimento de sua região e compre aqueles que estiverem na época; é certo que eles serão mais saborosos, mais bonitos e mais nutritivos, além de muito mais baratos.
- Compre a granel, em seguida desidrate ou faça conservas: se você não estiver disposto a desistir de tomates ou damascos, quando muda a estação, não tem problema. Compre de seu produtor orgânico ou de seu mercado favorito, quando for mais barato (normalmente quando está na época) e faça conservas.
- Participe ou crie um clube de compra de alimentos orgânicos: comprando em grandes quantidades é quase sempre possível reduzir os custos. Reúna alguns de seus amigos, e compre diretamente de atacadistas. Em seguida, divida as mercadorias quando elas chegarem. Seu grupo pode criar uma sociedade em um armazém cooperativo ou trabalhar com um distribuidor de varejo. Esta compra em grupo é uma ótima maneira de pagar menos, principalmente em itens como os produtos orgânicos.
- Escolha seus produtos: se você não pode se dar ao luxo de comprar orgânicos saiba quais alimentos têm mais contatos com agrotóxicos e evite-os.
- Cultive seu próprio alimento: há uma maneira fácil de poupar dinheiro e comer organicamente para sempre: cultivar seu próprio alimento. Deste modo tem-se um controle total sobre o que é criado. Plante uma horta ou um jardim de ervas na janela. Cada passo à frente é um passo rumo à sustentabilidade e um passo mais longe de produtos químicos desagradáveis e produtos importados sem sabor.
MÃE TERRA
"TUDO O QUE EXISTE E VIVE PRECISA SER CUIDADO PARA CONTINUAR A EXISTIR E A VIVER:UMA PLANTA,UM ANIMAL,UMA CRIANÇA,UM IDOSO,O PLANETA TERRA"
Leonardo Boff
Leonardo Boff
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Alimentação adequada pode funcionar como tratamento natural contra doenças
Postado em 03/03/2011 às 10h42
Problemas comuns como TPM e insônia podem ser amenizados com tratamentos naturais que envolvem uma adequada nutrição. (Imagem:Joycebean.net)
Problemas comuns como TPM e insônia podem ser amenizados com tratamentos naturais que envolvem uma nutrição adequada. A ingestão de certos alimentos em determinados horários do dia pode contribuir para o bom funcionamento do organismo e para ajudar no combate de algumas enfermidades.
Para problemas como azia e gases, Sandra Chemin do Centro Universitário São Camilo, São Paulo, e autora do Tratado de Alimentação, Nutrição & Dietoterapia (Roca) sugere a infusão de alecrim ou espinhadeira-santa. Tomando uma xícara pela manhã alivia os gases e reduz sintomas de azia.
Para quem tem problemas de colesterol alto a primeira medida a se tomar, por exemplo, é eliminar frituras e substituir leite integral pelo desnatado para cortar as gorduras. A sugestão nutricional é a maçã. A fruta tem pectina e auxilia a diminuição do colesterol plasmático, que é um dos principais responsáveis pelos problemas cardiovasculares. Outra opção é adicionar ao cardápio uma colher de aveia, ela vai diminuir a absorção de gorduras e favorecer sua eliminação.
Chás de arruda ou de losna são ótimos para cólicas menstruais. A losna possui óleos com capacidade anti-inflamatória e analgésica e pode ser facilmente encontrada em farmácias especializadas.
Para o desânimo não existe nada melhor do que um café da manha completo rico em cereais, fibras e frutas frescas ou secas. Estes alimentos ajudam a regular o cortisol que é o hormônio relacionado ao estresse. Nas demais refeições são aconselhadas a inclusão de ferro e vitamina B, presentes em alimentos como a lichia ou verduras de folhas escuras; eles ajudarão na oxigenação dos tecidos proporcionando disposição.
O homeopata e autor de Novíssima Medicina (Organon), Paulo Rosenbaum, indica o consumo de frutas para manter o nível de vitaminas e minerais para pessoas com depressão. A falta destes alimentos acelera o processo depressivo. O chocolate amargo também tem o papel de diminuir a sensação de tristeza e diminui também os níveis de hormônio do estresse, pois contém anandamida, substância que diminui estas sensações. “O regime alimentar, nesse caso, precisa servir como estímulo para a pessoa voltar à vida criativa”, explica. Ele também destaca a importância de investigar a origem do problema, como anemias.
Andrea Bottoni, coordenador da equipe de nutrologia da Unidade Anália Franco do Hospital São Luiz, São Paulo, aconselha para quem sofre de hipertensão, o controle do consumo de sódio, que provoca o aumento da pressão arterial; e alerta que o sal está presente em alimentos industrializados e embutidos. Outro problema é a rigidez das paredes das veias que dificultam a circulação sanguínea ocasionadas pelo cigarro, o excesso de gordura e sal e o nervosismo. Inclua frutas vermelhas e amarelas no cardápio.
Para quem sofre de insônia e ansiedade o conselho é incluir arroz, pão integral, leite, nozes e lentilha na alimentação. Contra a ansiedade a dica é comer banana nanica com iogurte, ambos possuem triptofano que age como calmante natural. Esse aminoácido, presente nas proteínas, quando associado ao carboidrato, favorece a produção de serotonina que é o neurotransmissor que participa da produção de melatonina, hormônio indutor do sono. Vale lembrar que os alimentos não curam, mas aliviam estes problemas.
Um problema comum é o intestino preso, o que muitas pessoas não sabem é que uma boa alimentação resolve o caso. Andrea sugere a ingestão de fibras presentes nos brócolis, abóbora cozida e sementes de linhaça, por exemplo, outra fonte rica de fibras são as folhas verde-escuras. O mingau feito de farelo de aveia também é uma boa opção.
A rinite alérgica pode ser amenizada pela ingestão de abacaxi e agrião. As substâncias presentes nesses alimentos quebram o muco e facilitam a respiração, são os chamados alimentos mucolíticos. A sugestão é da nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo que também dá dica de como amenizar os sintomas da TPM. Adicionar frutas vermelhas ao lanche é uma boa pedida. Rosenbaum, afirma, “estudos comprovam os efeitos benéficos dos derivados da soja, como tofu, leite de soja ou missô, ingrediente da culinária japonesa, para suavizar as mudanças hormonais.” Os dois grupos de alimentos auxiliam no equilíbrio do estrógeno e amenizam os sintomas da tensão pré-menstrual. Sandra propõe complementar a dieta com fontes de vitamina B6, presente nas batatas, bananas e cereais integrais, além de cálcio, encontrado no leite e derivados, e magnésio, presente nas castanhas.
“Se os sintomas persistem, o acompanhamento médico é indicado para individualizar o tratamento”, finaliza Rosenbaum. As informações são do Planeta Sustentável.
Postado em 03/03/2011 às 10h42
Problemas comuns como TPM e insônia podem ser amenizados com tratamentos naturais que envolvem uma adequada nutrição. (Imagem:Joycebean.net)
Problemas comuns como TPM e insônia podem ser amenizados com tratamentos naturais que envolvem uma nutrição adequada. A ingestão de certos alimentos em determinados horários do dia pode contribuir para o bom funcionamento do organismo e para ajudar no combate de algumas enfermidades.
Para problemas como azia e gases, Sandra Chemin do Centro Universitário São Camilo, São Paulo, e autora do Tratado de Alimentação, Nutrição & Dietoterapia (Roca) sugere a infusão de alecrim ou espinhadeira-santa. Tomando uma xícara pela manhã alivia os gases e reduz sintomas de azia.
Para quem tem problemas de colesterol alto a primeira medida a se tomar, por exemplo, é eliminar frituras e substituir leite integral pelo desnatado para cortar as gorduras. A sugestão nutricional é a maçã. A fruta tem pectina e auxilia a diminuição do colesterol plasmático, que é um dos principais responsáveis pelos problemas cardiovasculares. Outra opção é adicionar ao cardápio uma colher de aveia, ela vai diminuir a absorção de gorduras e favorecer sua eliminação.
Chás de arruda ou de losna são ótimos para cólicas menstruais. A losna possui óleos com capacidade anti-inflamatória e analgésica e pode ser facilmente encontrada em farmácias especializadas.
Para o desânimo não existe nada melhor do que um café da manha completo rico em cereais, fibras e frutas frescas ou secas. Estes alimentos ajudam a regular o cortisol que é o hormônio relacionado ao estresse. Nas demais refeições são aconselhadas a inclusão de ferro e vitamina B, presentes em alimentos como a lichia ou verduras de folhas escuras; eles ajudarão na oxigenação dos tecidos proporcionando disposição.
O homeopata e autor de Novíssima Medicina (Organon), Paulo Rosenbaum, indica o consumo de frutas para manter o nível de vitaminas e minerais para pessoas com depressão. A falta destes alimentos acelera o processo depressivo. O chocolate amargo também tem o papel de diminuir a sensação de tristeza e diminui também os níveis de hormônio do estresse, pois contém anandamida, substância que diminui estas sensações. “O regime alimentar, nesse caso, precisa servir como estímulo para a pessoa voltar à vida criativa”, explica. Ele também destaca a importância de investigar a origem do problema, como anemias.
Andrea Bottoni, coordenador da equipe de nutrologia da Unidade Anália Franco do Hospital São Luiz, São Paulo, aconselha para quem sofre de hipertensão, o controle do consumo de sódio, que provoca o aumento da pressão arterial; e alerta que o sal está presente em alimentos industrializados e embutidos. Outro problema é a rigidez das paredes das veias que dificultam a circulação sanguínea ocasionadas pelo cigarro, o excesso de gordura e sal e o nervosismo. Inclua frutas vermelhas e amarelas no cardápio.
Para quem sofre de insônia e ansiedade o conselho é incluir arroz, pão integral, leite, nozes e lentilha na alimentação. Contra a ansiedade a dica é comer banana nanica com iogurte, ambos possuem triptofano que age como calmante natural. Esse aminoácido, presente nas proteínas, quando associado ao carboidrato, favorece a produção de serotonina que é o neurotransmissor que participa da produção de melatonina, hormônio indutor do sono. Vale lembrar que os alimentos não curam, mas aliviam estes problemas.
Um problema comum é o intestino preso, o que muitas pessoas não sabem é que uma boa alimentação resolve o caso. Andrea sugere a ingestão de fibras presentes nos brócolis, abóbora cozida e sementes de linhaça, por exemplo, outra fonte rica de fibras são as folhas verde-escuras. O mingau feito de farelo de aveia também é uma boa opção.
A rinite alérgica pode ser amenizada pela ingestão de abacaxi e agrião. As substâncias presentes nesses alimentos quebram o muco e facilitam a respiração, são os chamados alimentos mucolíticos. A sugestão é da nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo que também dá dica de como amenizar os sintomas da TPM. Adicionar frutas vermelhas ao lanche é uma boa pedida. Rosenbaum, afirma, “estudos comprovam os efeitos benéficos dos derivados da soja, como tofu, leite de soja ou missô, ingrediente da culinária japonesa, para suavizar as mudanças hormonais.” Os dois grupos de alimentos auxiliam no equilíbrio do estrógeno e amenizam os sintomas da tensão pré-menstrual. Sandra propõe complementar a dieta com fontes de vitamina B6, presente nas batatas, bananas e cereais integrais, além de cálcio, encontrado no leite e derivados, e magnésio, presente nas castanhas.
“Se os sintomas persistem, o acompanhamento médico é indicado para individualizar o tratamento”, finaliza Rosenbaum. As informações são do Planeta Sustentável.
Os 10 alimentos mais contaminados por agrotóxicos
Postado em 03/01/2011 às 09h00
Alimentos com elevado grau de toxicidade podem causar problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer.
O uso de agrotóxicos na produção agrícola e a contaminação dos alimentos por estes elementos tóxicos têm sido preocupação no âmbito de saúde pública. Um estudo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), iniciado em 2001, mostra que muitos dos alimentos que consumimos normalmente estão contaminados.
Segundo a própria Anvisa, os agrotóxicos “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”.
O Projeto de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), realizado pela Anvisa em conjunto com os órgãos de vigilância de 25 estados participantes, mais o Distrito Federal, analisou diversos legumes, frutas e vegetais para ver o quão contaminado eles estavam.
Entre as amostragens analisadas, os alimentos que foram contaminados com uma frequência maior foram: pimentão (80,0%), uva (56,40%), pepino (54,80%), morango (50,80%), couve (44,20%), abacaxi (44,10%), mamão (38,80%), alface (38,40%), tomate (32,60%) e beterraba (32,00%).
Esses alimentos podem ser encontrados facilmente no prato do brasileiro e, que muitas vezes são consumidos com o objetivo de ganhar saúde. Em nossa galeria, você pode conferir a tabela feita pelo órgão mostrando os alimentos que foram estudados; o número de mostras analisadas; a quantidade de agrotóxicos ilegais encontrados; a quantidade de agrotóxicos legais, mas que estavam acima do limite; os que possuíam agrotóxicos ilegais e legais em excesso; e o número de elementos considerados insatisfatórios.
Para se evitar a contaminação por agrotóxicos, o ideal é consumir produtos orgânicos. Mas nem sempre é possível, pois tais alimentos são caros e dificilmente encontrados nas grandes cidades. Por isso é aconselhável sempre tomar muito cuidado com os produtos, antes de comprá-los, e sempre lavar os alimentos antes de consumi-los.
Segundo a própria Anvisa, os agrotóxicos “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”.
O Projeto de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), realizado pela Anvisa em conjunto com os órgãos de vigilância de 25 estados participantes, mais o Distrito Federal, analisou diversos legumes, frutas e vegetais para ver o quão contaminado eles estavam.
Entre as amostragens analisadas, os alimentos que foram contaminados com uma frequência maior foram: pimentão (80,0%), uva (56,40%), pepino (54,80%), morango (50,80%), couve (44,20%), abacaxi (44,10%), mamão (38,80%), alface (38,40%), tomate (32,60%) e beterraba (32,00%).
Esses alimentos podem ser encontrados facilmente no prato do brasileiro e, que muitas vezes são consumidos com o objetivo de ganhar saúde. Em nossa galeria, você pode conferir a tabela feita pelo órgão mostrando os alimentos que foram estudados; o número de mostras analisadas; a quantidade de agrotóxicos ilegais encontrados; a quantidade de agrotóxicos legais, mas que estavam acima do limite; os que possuíam agrotóxicos ilegais e legais em excesso; e o número de elementos considerados insatisfatórios.
Para se evitar a contaminação por agrotóxicos, o ideal é consumir produtos orgânicos. Mas nem sempre é possível, pois tais alimentos são caros e dificilmente encontrados nas grandes cidades. Por isso é aconselhável sempre tomar muito cuidado com os produtos, antes de comprá-los, e sempre lavar os alimentos antes de consumi-los.
REUTILIZAÇÃO
O que fazer com o óleo de cozinha usado?
Jogar o produto pelo ralo polui e pode danificar os encanamentos. Descubra o jeito ideal para se livrar desse resíduo
Da Redação
Revista Vida Simples - 07/2007
Revista Vida Simples - 07/2007
Reutilizá-lo para a fabricação doméstica de sabão ou enviá-lo para uma entidade que o reaproveite. Muita gente não sabe, mas, quando descartado no ralo da pia ou junto com o lixo de casa, o óleo usado para fritar pastéis, batatas e outros alimentos é altamente prejudicial ao ambiente.
Segundo Alexandre D'Avignon, do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decomposição do óleo de cozinha usado emite na atmosfera metano, um dos principais gases causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Além disso, ao atingir o solo, o produto contribui para sua impermeabilização, dificultando a absorção da água de chuva e propiciando enchentes. Instituições como a Associação Nossa Escola, de São Paulo, e a Ação Triângulo, do ABC paulista, têm programas de reciclagem de óleo usado.
"Recolhemos, por mês, 7 toneladas do produto e fabricamos 27500 barras de sabão. Os recursos arrecadados com a venda custeiam nossas ações socioambientais", conta Adriano Calhan, da Ação Triângulo. Se você não mora nessas regiões, veja em no site da Vida Simples uma receita para fazer sabão com óleo de cozinha usado.
Pergunta enviada por Maria Edwiges Pereira, por e-mail
REUTILIZAÇÃO
O que fazer com o óleo de cozinha usado?
Jogar o produto pelo ralo polui e pode danificar os encanamentos. Descubra o jeito ideal para se livrar desse resíduo
Reutilizá-lo para a fabricação doméstica de sabão ou enviá-lo para uma entidade que o reaproveite. Muita gente não sabe, mas, quando descartado no ralo da pia ou junto com o lixo de casa, o óleo usado para fritar pastéis, batatas e outros alimentos é altamente prejudicial ao ambiente.
Segundo Alexandre D'Avignon, do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decomposição do óleo de cozinha usado emite na atmosfera metano, um dos principais gases causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Além disso, ao atingir o solo, o produto contribui para sua impermeabilização, dificultando a absorção da água de chuva e propiciando enchentes. Instituições como a Associação Nossa Escola, de São Paulo, e a Ação Triângulo, do ABC paulista, têm programas de reciclagem de óleo usado.
"Recolhemos, por mês, 7 toneladas do produto e fabricamos 27500 barras de sabão. Os recursos arrecadados com a venda custeiam nossas ações socioambientais", conta Adriano Calhan, da Ação Triângulo. Se você não mora nessas regiões, veja em no site da Vida Simples uma receita para fazer sabão com óleo de cozinha usado.
Segundo Alexandre D'Avignon, do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decomposição do óleo de cozinha usado emite na atmosfera metano, um dos principais gases causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Além disso, ao atingir o solo, o produto contribui para sua impermeabilização, dificultando a absorção da água de chuva e propiciando enchentes. Instituições como a Associação Nossa Escola, de São Paulo, e a Ação Triângulo, do ABC paulista, têm programas de reciclagem de óleo usado.
"Recolhemos, por mês, 7 toneladas do produto e fabricamos 27500 barras de sabão. Os recursos arrecadados com a venda custeiam nossas ações socioambientais", conta Adriano Calhan, da Ação Triângulo. Se você não mora nessas regiões, veja em no site da Vida Simples uma receita para fazer sabão com óleo de cozinha usado.
Reutilizá-lo para a fabricação doméstica de sabão ou enviá-lo para uma entidade que o reaproveite. Muita gente não sabe, mas, quando descartado no ralo da pia ou junto com o lixo de casa, o óleo usado para fritar pastéis, batatas e outros alimentos é altamente prejudicial ao ambiente.
Segundo Alexandre D'Avignon, do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decomposição do óleo de cozinha usado emite na atmosfera metano, um dos principais gases causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Além disso, ao atingir o solo, o produto contribui para sua impermeabilização, dificultando a absorção da água de chuva e propiciando enchentes. Instituições como a Associação Nossa Escola, de São Paulo, e a Ação Triângulo, do ABC paulista, têm programas de reciclagem de óleo usado.
"Recolhemos, por mês, 7 toneladas do produto e fabricamos 27500 barras de sabão. Os recursos arrecadados com a venda custeiam nossas ações socioambientais", conta Adriano Calhan, da Ação Triângulo. Se você não mora nessas regiões, veja em no site da Vida Simples uma receita para fazer sabão com óleo de cozinha usado.
Segundo Alexandre D'Avignon, do Centro de Estudos Integrados sobre o Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a decomposição do óleo de cozinha usado emite na atmosfera metano, um dos principais gases causadores do efeito estufa, responsável pelo aquecimento global.
Além disso, ao atingir o solo, o produto contribui para sua impermeabilização, dificultando a absorção da água de chuva e propiciando enchentes. Instituições como a Associação Nossa Escola, de São Paulo, e a Ação Triângulo, do ABC paulista, têm programas de reciclagem de óleo usado.
"Recolhemos, por mês, 7 toneladas do produto e fabricamos 27500 barras de sabão. Os recursos arrecadados com a venda custeiam nossas ações socioambientais", conta Adriano Calhan, da Ação Triângulo. Se você não mora nessas regiões, veja em no site da Vida Simples uma receita para fazer sabão com óleo de cozinha usado.
UM SER ESPECIAL
"A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"
Charles Chaplin Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?"
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Importante:
As receitas e dicas aqui dispostas são uma orientação, prática e fácil, àqueles que desejam utilizar de plantas e ervas que estão a disposição de todos.Portanto, o conteúdo que aparece no Receita Natural NÃO oferece uma alternativa segura contra doenças, são apenas de caráter informativo ou complementar. Sempre procure um médico ou especialista para um diagnóstico preciso e um tratamento correto para seu caso.
Sempre procure um médico!
Xarope de Tratamento para Sinusite - Receita Natural
Este é um xarope de agrião com cebola roxa muito útil para aliviar e tratar os sintomas da sinusite. O remédio é natural e, não se espante com a cebola!
Para preparar o xarope para curar a sinusite, pique bem o agrião e a as três cabeças de cebola. Coloque tudo em um pirex e adicione o açúcar mascavo ou a rapadura, como preferir. Feito isso, leve o pirex ao forno por uma hora e depois esprema tudo. Guarde o melado em um vidro ou garrafa escura.
Se usar este xarope por 30 dias, você ficará curado da sinusite
Você vai precisar de:
- 1 molho de agrião
- 3 cabeças de cebola
- 1 kg de açúcar mascavo ou 1 rapadura
Modo de preparo
Para preparar o xarope para curar a sinusite, pique bem o agrião e a as três cabeças de cebola. Coloque tudo em um pirex e adicione o açúcar mascavo ou a rapadura, como preferir. Feito isso, leve o pirex ao forno por uma hora e depois esprema tudo. Guarde o melado em um vidro ou garrafa escura.
Posologia
Tome uma colher de sopa 4 vezes ao dia.Se usar este xarope por 30 dias, você ficará curado da sinusite
Chá de semente de sucupira - Receita Natural
O chá de Sucupira, segundo contam, é excelente para dores ósseas, hérnia de disco, bicos de papagaio, e artrites. Aqui veremos uma receita dada pelo ator Juca de Oliveira sobre seu próprio caso de artrite (veja o vídeo) em uma entrevista ao Jô Soares. A apresentadora Ana Maria Braga já deu esta receita em seu programa também.
Você vai precisar de:
- 12 sementes de sucupira
- 3 litros de água
Modo de Preparo:
Primeiramente, soque as sementes de sucupira em um pilão até que a resina interna da sementes esteja a mostra. Feito isso, ferva a água e coloque as sementes macetadas por 90 segundos (um minuto e meio) então apague o fogo. Tampe o caldeirão e deixe esfriar.Posologia
Beba bastante durante o dia, cerca de um litro e meio durante o diaObservações
A resina da semente de sucupira ficará depositada no caldeirão, de forma que ele não poderá mais ser utilizado para outros fins. Segundo a leitora Tânia, a vasilha pode ser limpa esfregando uma esponja ou bucha de lavar panelas com óleo.
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