MÃE TERRA

"TUDO O QUE EXISTE E VIVE PRECISA SER CUIDADO PARA CONTINUAR A EXISTIR E A VIVER:UMA PLANTA,UM ANIMAL,UMA CRIANÇA,UM IDOSO,O PLANETA TERRA"

Leonardo Boff

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Consumir refrigerante aumenta o risco de diabetes




Por Elisa Feres 

refrigerante_crianca (Foto: shutterstock)

Dar uma latinha de refrigerante com um sanduíche para seu filho durante o lanche da tarde ou o jantar pode até parecer uma prática inocente, mas não é. Quanto mais os pesquisadores estudam, mais comprovam os altos riscos envolvidos com o consumo de bebidas industrializadas. É o caso de um novo relatório coordenado por cientistas da Imperial College London, universidade britânica, e publicado no jornal Diabetologia. Depois de analisar dados de oito países europeus, eles provaram, mais uma vez, que a ingestão de refrigerantes está ligada, entre outros problemas, ao desenvolvimento de diabetes tipo 2.
Para elaborar o estudo, os profissionais utilizaram dados de uma ampla análise chamada EPIC (European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition), em que mais de 340 mil participantes (incluindo pessoas do Reino Unido, da Alemanha, Dinamarca, Itália, Espanha, Suécia, França e Países Baixos) relataram seus hábitos alimentares e seus problemas de saúde. Ao comparar as informações, chegaram ao seguinte resultado: 336 ml diários de refrigerante, o equivalente a uma lata por dia, são suficientes para aumentar em 22% o risco de desenvolver a doença.
O motivo, segundo eles, é a grande quantidade de açúcar presente nessas bebidas. Quando ingeridas, elas causam picos rápidos de glicose em nosso corpo em que a insulina não consegue ter ação 100% eficiente, gerando a chamada resistência insulínica – que, com o passar do tempo, pode evoluir para a diabetes tipo 2.
“Com o aumento no consumo de refrigerantes na Europa, devemos cada vez mais oferecer mensagens claras sobre os efeitos prejudiciais à saúde que elas têm à população”, disse, em nota, Dora Romaguera, uma das autoras do texto.
O problema, porém, não fica restrito à Europa. De acordo com o Ministério da Saúde, os casos de doenças crônicas não transmissíveis têm crescido a cada ano também por aqui. Entre 1999 e 2001, por exemplo, 9,3% dos custos hospitalares nacionais foram atribuídos a diabetes. Por isso, é imprescindível que você cuide bem da sua alimentação e também da do seu filho. Mesmo com a grande variedade de bebidas industrializadas presentes no mercado, o ideal é priorizar as opções naturais.
Outros perigos
Além dos refrigerantes, existem outras bebidas que devem ser ingeridas com cautela por essas mesmas razões. De acordo com a nutricionista Natália Dourado, coordenadora da Gluten Free São Paulo e da Expo Brasil de Alimentos Funcionais, qualquer tipo de bebida industrializada adoçada artificialmente, como os sucos de caixinha, apresenta riscos à nossa saúde.
"E não podemos esquecer as bebidas dietéticas. Isso porque as pessoas se sentem mais ‘livres’ para se alimentar de acordo com as suas vontades somente pelo fato de terem reduzido calorias em um ou mais copo de refrigerante. A indústria deste tipo de alimento/bebida fatura milhões enquanto a população continua se tornando obesa, hipertensa e diabética”, afirmou.
“A água deve ser sempre a primeira opção. Outra excelente alternativa é a água de coco natural, que oferece diversos minerais e vitaminas, sendo um importante repositor eletrolítico. Além, é claro, dos sucos naturais preparados em casa, que são livres de corantes e conservantes e possuem a dose certa de açúcar natural da fruta”, disse a nutricionista.

Campanha de vacinação contra gripe termina nesta sexta-feira (10) Grávidas, mulheres no puerpério (que deram à luz há menos de 45 dias) e crianças de 6 meses a 2 anos estão entre os grupos de r


campanha de vacinação contra gripe termina nesta sexta-feira (10). Este ano, pertencem ao grupo prioritário as gestantes, mulheres no puerpério (período até 45 dias após o parto), crianças de 6 meses a menores de 2 anos, pessoas com 60 anos ou mais, indígenas, profissionais de saúde e doentes crônicos. Essas pessoas devem receber sua dose da vacina gratuitamente.
A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), é respaldada por estudos epidemiológicos e na observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. As crianças que nunca tomaram a vacina para Influenza deverão receber duas doses – a segunda 30 dias após a primeira. As crianças que já foram vacinadas no ano passado precisam de apenas uma dose.
Até o meio-dia desta terça-feira (7), mais de 26,3 milhões de integrantes do grupo prioritário haviam sido vacinados, o que representa 84% da meta do Ministério da Saúde.
Além da vacina, outras medidas simples de higiene pessoal são fundamentais para evitar a contaminação por gripe. Entre elas estão higienizar as mãos com água e sabão, usar lenço descartável, proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar; evitar sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até cinco dias após o início dos sintomas); evitar aglomerações e ambientes fechados. De acordo com o Minsitério da Saúde, também é importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar. Abaixo, tiramos as principais dúvidas de quem pretende tomar a vacina:
Essa vacina pode dar gripe? 
Não. O vírus influenza presente na vacina da gripe é inativado. Se a pessoa ficar gripada alguns dias após ser vacinada, ela provavelmente já estava infectada antes de receber a dose. Outra possibilidade é que ela tenha sido infectada por outro tipo de vírus, que resulta em quadro clínico semelhante.
Vacina na gravidez faz mal? 
A resposta é não! Tanto que, após o baixo número de gestantes vacinadas na campanha de 2012, o Ministério da Saúde afirmou que entrou em contato com as sociedades de ginecologia e obstetrícia do Brasil para conscientizar os profissionais de saúde da importância da vacina durante a gravidez.
Qualquer um pode tomar essa vacina? 
Todas as pessoas podem tomar a vacina, exceto aquelas que têm alergia a ovo (o alimento é usado na fabricação da vacina).
Quanto custa?
Para as pessoas que estão dentro dos grupos de risco, sim, é de graça. Para as demais, é possível tomar a vacina na rede privada. Uma dose custa cerca de R$ 90.
Por Crescer

Antibióticos: por que é fundamental o uso moderado desse tipo de medicamento no seu filho Erros e excessos na utilização desses remédios tornam as bactérias cada vez mais resistentes, dificultando o combate às infecções mais comuns


Na certa você já ouviu falar nesse problema. Longe de ser coisa de ficção científica, o surgimento de bactérias que sobrevivem aos medicamentos criados justamente para combatê-las é real e preocupa autoridades de saúde em todo o mundo.
Recentemente, a diretora da Organização Mundial da Saúde (OMS) Margaret Chan chegou a dizer que estamos prestes a perder essas curas milagrosas – os antibióticos – e que, num futuro não muito distante, eles deixarão de produzir efeito contra infecções muito comuns em crianças pequenas, como otites e amigdalites.
A projeção sombria parte da constatação de que, hoje em dia, os remédios mais usados para combater doenças como a tuberculose já têm sua eficácia comprometida. A história lembra a penicilina, durante muito tempo uma grande arma contra infecções. As bactérias aprenderam a resistir a esse princípio ativo e outros antibacterianos tiveram de ser criados. O uso abusivo está entre as principais causas da resistência.
Em 2010, os Estados Unidos registraram 258 milhões de prescrições de antibióticos orais. Em alguns estados, a relação chegou a 936 prescrições para cada grupo de 1000 pessoas. Os especialistas estimam que metade delas pode ter sido desnecessária. Para complicar, os altos custos e a demora das pesquisas desestimulam a indústria farmacêutica, que tem investido cada vez menos na descoberta de novos antibacterianos. É por causa deste cenário crítico que no Brasil, há dois anos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de medicamentos com antibióticos sem receita médica.
 Como todas as bactérias vão aprender a se defender dos agressores, o melhor é adotar medidas preventivas com a família toda que afastem esses micro-organismos. “A higiene é fundamental, com banhos diários, casa, brinquedos e mãos sempre bem limpos. A alimentação adequada, conforme orientação do pediatra, garante nutrientes que permitem o pleno desenvolvimento da criança e de seu sistema imunológico”, acrescenta a infectologista Silvana de Barros Ricardo, integrante do comitê científico de bacteriologia clínica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Vacinas
As doenças respiratórias, como gripe e pneumonia, são os principais motivos de internação infantil e até de mortalidade. Embora causadas principalmente por vírus, podem ser agravadas pelas bactérias que se aproveitam da lesão viral e das secreções para se instalar. Surgem então a otite e a pneumonia, que devem ser tratadas com antibióticos porque não se curam espontaneamente. Para evitar que a situação chegue a este ponto, a vacinação deve estar em dia. Imunizada contra a gripe, a criança terá menor propensão às doenças oportunistas e a suas complicações, ficando menos reféns dos antibióticos. Há também vacina contra pneumococos, bactérias causadoras da pneumonia, da meningite e de outras infecções.

Homeopatia
O tratamento homeopático é outra opção para a redução desses medicamentos. “Além de evitar diversas doenças, inclusive infecciosas, a homeopatia é capaz de tratar quadros agudos com medicação específica, individualizada, isenta de efeitos colaterais”, afirma o diretor da Associação Médica Homeopática Brasileira e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Sergio Eiji Furuta. Segundo o pediatra-homeopata, uma pesquisa de sua autoria, realizada na Unifesp, demonstrou a eficácia do tratamento homeopático em crianças com amigdalites recorrentes.

Precauções
Quando o único jeito é o médico apelar para o antibiótico, é preciso seguir às risca todas as recomendações quanto às doses, horários e duração do tratamento. No caso de uma pneumonia, por exemplo, é necessário tomá-lo durante dez dias para matar todas as bactérias. “É claro que a criança vai apresentar melhora lá pelo quinto dia; no sexto, vai parecer ótima. Só que além da melhora clínica, é fundamental a erradicação do foco bacteriológico”, destaca Silvana Ricardo.

Como reforçam os especialistas, embora você não saiba, estará contribuindo para o aumento da resistência bacteriana quando não seguir tais orientações. Isso porque a chamada subdose mata apenas as bactérias mais fracas. As mais fortes, e mais perigosas, sobrevivem, se reproduzem e ganham tempo para se adaptar e se multiplicar ainda mais.

Outro motivo para obedecer às recomendações médicas quanto ao uso correto dos antibióticos – eliminando, assim, os focos da infecção de maneira definitiva -- é reduzir a exposição do seu filho aos efeitos colaterais dessa classe de remédios. Afinal, o medicamento não é seletivo a ponto de atacar somente as bactérias causadoras de doenças. “Da mesma maneira que combatem os agentes infecciosos, os antibióticos também atacam outros que são benéficos ao organismo, como aqueles responsáveis pelo equilíbrio da flora intestinal, da saúde da pele e da garganta. Por isso, podem abrir caminho para outras doenças”, afirma Renato Kfouri, pediatra, neonatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.
Por Cida de Oliveira 

Terror noturno: entenda o que é Apesar do nome assustador, não é nada tão terrível assim que acontece com o seu filho




Criança na cama com medo de pesadelo (Foto: Shutterstock)
Émuito comum que no período pré-escolar, entre 3 e 5 anos, algumas crianças tenham um distúrbio do despertar chamado terror noturno. Apesar do nome pavoroso, trata-se de um episódio benigno, que não afeta o aprendizado ou traz consequência alguma. Acontece no meio do ciclo do sono, e dura pouco mais que 15 segundos. Nos bebês pode gerar uma crise de choro incontrolável e, nos maiorzinhos, sonambulismo.
A criança pode ser assaltada por um pavor durante o sono, sem consciência do que é real ou fantasia. Ela grita, transpira e o coração bate forte. Seu olhar é vago e ela não reconhece os pais, porque não acorda realmente. Não há muito o que fazer, a não ser ficar ao lado dela e acarinhá-la até que a situação passe. “Esporadicamente não traz problema. Os pais devem acalmar os filhos e colocá-los para dormir novamente. Mas se acontecer mais de um susto por noite, deve-se procurar tratamento, que é feito à base de medicamentos”, explica Márcia Pradella-Hallinan, neuropediatra.
O importante é não gritar com eles durante a crise ou acordá-los rapidamente. Caso contrário, o que deveria durar segundos, pode demorar um pouco mais.
Por Malu Echeverria

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Dez dicas para você dormir melhor Mude o travesseiro, ajuste o colchão e relaxe o corpo na posição certa


Dormir bem melhora o humor, a memória, previne doenças e faz você viver mais. A ciência não para de comprovar os benefícios de uma noite bem dormida. Um estudo realizado pela American Academy of Sleep Medicine provou que dormir bem é um dos segredos para a longevidade. A partir da análise de 2.800 pessoas, os resultados mostraram que cerca de 65% das pessoas relataram que sua qualidade de sono foi boa ou muito boa e o tempo médio diário de sono foi 7,5 horas, incluindo cochilos. Os mais velhos, de 100 anos ou mais, eram 70% mais propensos a relatarem uma boa qualidade de sono do que os participantes mais jovens, de 65 a 79, após controle de variáveis como as características demográficas, socioeconômicas e de saúde. Em contrapartida, quem sofre de insônia crônica corre três vezes mais riscos de morrer do que aqueles que não tem o problema. É o que mostra a pesquisa do National Heart Lung and Blood Institute, dos Estados Unidos, que envolveu mais de 2.200 participantes, apresentada este ano na 24ª reunião anual da Associated Professional Sleep Societies, no Texas. Mas a falta de sono costuma ser um problema? Às vezes, basta alguma mudança simples nos hábitos antes de dormir, no travesseiro ou no colchão para resolver este drama. Confira as dicas abaixo. 

Travesseiro - Getty Images
Travesseiro, o melhor amigo 

Acredite: o seu apoio para cabeça é fundamental para se ter uma boa noite de sono. Na hora de escolher, você precisa considerar o material de que ele é feito e, claro, a posição em que é colocado. A melhor posição para dormir é de lado. Assim, a coluna fica longe das dores e os músculos também.

Nesse caso, a altura do travesseiro tem que ser igual a distância entre o pescoço e a parte externa do braço. Já para quem dorme com a barriga para cima, o melhor é levar para a cama um apoio mais baixo, preenchendo o espaço entre o pescoço e a nuca, sem comprimir a coluna.

De bruços, jamais! 

A pessoa que dorme de barriga para baixo acorda cansada e toda dolorida, pois o rosto não pode ficar afundado no travesseiro. Além disso, as regiões torácica e a lombar são prejudicadas nessa postura.

Até ele se aposenta 

O travesseiro deve ser trocado, no mínimo, a cada dois anos. Na hora de escolher o melhor modelo, é importante observar algumas regras. Apoios de pena, por exemplo, podem exalar um odor forte capaz de incomodar olfatos mais sensíveis, embora muita gente se adapte a ele. Ideal, sempre, é dar preferência a enchimentos que se deformam com menos facilidade (como espumas mais resistentes).

O tamanho também conta. É melhor que seja largo para não sair do lugar com qualquer movimento do seu corpo durante a noite. E, mesmo que possa parecer um mico, o ideal é experimentar o modelo escolhido ainda na loja. 
Travesseiro - Getty Images
Travesseiro: certo e errado 

De lado (Certo): Mantenha a coluna alinhada e os braços abaixo do queixo. Os joelhos devem estar flexionados e com um travesseiro fino entre eles para impedir a sua rotação. Isso também evita que a região lombar fique estendida, o que, a longo prazo, pode provocar hérnia de disco.

De lado (Errado): Nunca deixe a mão sob a cabeça, porque essa postura compromete a circulação no braço e força o travesseiro contra o rosto, o que favorece o aparecimento de linhas de expressão. Procure, ainda, não dormir com o corpo todo encolhido. (faça um bom alongamento antes de deitar)

Barriga para cima (Certo): Coloque um travesseiro fino ou um rolinho de espuma sob os joelhos para que permaneçam semi-flexionados durante a noite, deixando os quadris bem posicionados e os músculos da região lombar relaxados.

Barriga para cima (Errado): Não é correto dormir com as pernas muito esticadas, porque isso força a região lombar. Além disso, nunca dobre o travesseiro para que ele fique mais alto, porque aí a tendência é repousar a cabeça sobre a dobra, forçando demais a região cervical. A regra de não dobrar, aliás, é válida para todas as pessoas. 
Colchão sem pressão - Getty Images
Colchão sem pressão 

"O colchão ideal para um sono tranquilo não pode ser muito macio nem muito firme, ou seja, deve simplesmente se amoldar ao corpo confortavelmente", ensina a diretora da Copespuma, Gisele Sapiro. Prefira os de látex, que tem como benefício principal o fato de se adaptarem com perfeição aos contornos do corpo, aliviando os pontos de pressão .  
Dicas para dormir bem - Getty Images
Dicas para dormir bem 

Pode parecer bobagem, mas alguns conselhos básicos podem ajudar você a ter um sono perfeito. O neurologista Shigueo Yonekura, do Instituto de Medicina e Sono da Unifesp, dá dicas simples de como espantar a insônia:

1- Antes de ir para o quarto, é fundamental aplacar as ansiedades do dia a dia. Não vá para a cama assim que chegar do trabalho. Primeiro tome um banho morno, procure relaxar, para só então ir se deitar. 
Desligar a TV - Getty Images
2- Desligar a TV e o computador é um método bastante eficaz. A luz desses aparelhos atrasa a produção das substâncias responsáveis pelo aviso de que é hora de dormir. 
Exercícios físicos - Getty Images
3- Exercícios físicos devem ser feitos até quatro horas antes de ir dormir, ou o corpo ainda estará agitado. Na cama só vale o sexo que, aliás, é ótima para relaxar. 
Chá para pegar no sono - Getty Images
4- Um chá também ajuda, porém, é preciso escolher as ervas certas.Nada de tomar chá preto ou verde, ricos em cafeína, que é estimulante. Infusões de melissa e camomila induzem ao sono e ainda melhoram a sua qualidade. 
Coma pouco à noite - Getty Images
5- Coma pouco à noite. Faça uma refeição leve, usando, por exemplo, aspargos, palmito, arroz, batata, aveia e soja. Tomar sopas com esses ingredientes é uma excelente pedida, principalmente nas noites mais frias. 
Proteínas de noite - Getty Images
6- Aquele bife suculento jamais deve ser comido à noite, porque a proteína que compõe esse alimento ativa o sistema nervoso simpático, responsável, entre outras funções, por deixar seu corpo em estado de alerta, favorecendo, assim, maior descarga de adrenalina. 
Ritual para dormir - Getty Images
7- Siga um ritual interessante. Depois do banho morninho, acenda uma lâmpada azul e pingue algumas gotas de óleo de lavanda no travesseiro. Essa técnica acalma os pensamentos, relaxa o corpo e induz a um sono melhor. 
Copo de leite - Getty Images
8- Um copo de leite morno também ajuda a encontrar o caminho para um sono tranquilo, porque o alimento possui (em concentração não muito grande, é verdade), o triptofano, que é um precursor de serotonina, outro neurotransmissor que está fortemente associado ao relaxamento profundo. 
Cuidado com o álcool - Getty Images
9- Cuidado com o álcool. Não se engane com aquela relaxadinha gostosa que o álcool oferece, porque, após alguns goles, essa substância pode afrouxar estruturas da região da faringe comprometendo a respiração. O resultado é o insuportável ronco, que prejudica as fases do sono, ou o efeito rebote, que é quando a pessoa acorda várias vezes no meio da noite. 
tempo de sono ideal - Getty Images
10- Tenha o tempo de sono ideal. Procure dormir, ao menos, sete horas por noite. 


Fonte: Minha vida

Confira nove problemas que a falta de sono provoca à saúde Peso, controle do diabetes e humor podem ser afetados com noites insones


Excesso de trabalho, estresseinsônia, acúmulo de tarefas e distúrbios do sono são alguns dos vilões mais comuns de uma boa noite de descanso. Um estudo realizado em janeiro de 2013 pelo Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente (IPOM) afirma que 69% dos brasileiros avaliam seu próprio sono como ruim e insatisfatório, com problemas que vão desde a dificuldade para pegar no sono até acordar diversas vezes durante a noite. Embora as poucas horas de sono já façam parte da rotina dos brasileiros, dormir menos do que o recomendado (de seis a oito horas) pode afetar a nossa saúde como um todo - funções que muitas vezes nem imaginamos estar relacionadas ao sono. Quer descobrir como a falta de sono afeta o seu corpo? Confira os que os especialistas dizem sobre o assunto neste Dia Mundial do Sono, celebrado neste sábado, dia 16 de março:

Impede a conservação da memória

"O sono é uma etapa crucial para o cérebro transformar a memória de curto prazo relevante em memória de longo prazo", afirma o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia. O especialista explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. "Por esse motivo, quem dorme mal costuma sofrer para se lembrar de eventos simples, como episódios do dia anterior ou nomes de pessoas próximas", diz.  
mulher na balança - Foto: Getty Images

Afeta o emagrecimento

Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade ao longo do dia. Por isso, pessoas que dormem pouco produzem menores quantidades desse hormônio. Além disso, quem tem o sono restrito produz mais quantidade do hormônio grelina, que provoca fome e reduz o gasto de energia. "A consequência é a ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito", explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. A pesquisa afirma que a falta de sono reduz em 55% a queima de gordura. 
mulher doente - Foto: Getty Images

Enfraquece a imunidade

É durante o sono que acontecem diversos processos em nosso organismo, dentre elas a produção de anticorpos. De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), dormir pouco reduz a função imune e o número de leucócitos, células responsáveis por combater corpos estranhos em nosso organismo. Segundo a pesquisa, quem dormia quatro horas por noite por uma semana tinham os anticorpos reduzidos pela metade, quando comparados aqueles que dormiram até oito horas.  
homem com dor de cabeça - Foto: Getty Images

Altera o funcionamento do metabolismo

As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. "Os maiores efeitos dessa deficiência são despertar cansado, a dificuldade de raciocínio e a ansiedade, que podem interferir na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, indisposição física, irritabilidade e sonolência", diz a endocrinologista Alessandra. 
mulher se olhando no espelho - Foto: Getty Images

Leva ao envelhecimento precoce

Durante o sono, produzimos hormônios "rejuvenescedores", como a melatonina e o hormônio do crescimento. "Esses hormônios exercem funções reparadoras e calmantes para a pele, e a falta de sono impede que o corpo descanse adequadamente", afirma a endocrinologista Alessandra. Os maiores resultados disso são uma pele sem viço e com olheiras. O estresse provocado pela falta de sono também favorece o aparecimento de rugas. 
pessoa verificando a glicemia - Foto: Getty Images

Interfere na produção de insulina

Pessoas com diabetes que tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência à insulina que os portadores com sono de qualidade. Além disso, a falta de sono adequado pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2 em quem não tem a doença. "É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos, por isso quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes", explica a endocrinologista Alessandra. 
medidor de pressão - Foto: Getty Images

Desregula a pressão arterial

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. "Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite", explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão
halteres e fita métrica - Foto: Getty Images

Afeta o desempenho físico

"Um sono incompleto é uma das principais causas de fadiga ou baixo desempenho motor", afirma o neurologista André. Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento, e que começa a ser sintetizado só 30 minutos depois de começarmos a dormir. "O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gorduras, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose", explica a endocrinologista Alessandra. 
mulher triste - Foto: Getty Images

Prejudica o humor

"A falta de sono faz com que o cérebro não descanse plenamente, prejudicando a comunicação entre os neurônios", explica o neurologista André. E os neurônios são os responsáveis por produzir os neurônios relacionados ao nosso bem-estar, como a serotonina. "Por isso que um sono deficiente impacta o nosso bom-humor de forma direta, podendo até favorecer quadros de depressão."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O Mercado dos Cosméticos Orgânicos.

Sustentabilidade nunca esteve tanto em foco como agora. Produtos eco-friendly são as novidades do mercado atual e são as novas apostas dos empresários e profissionais de marketing.
Produtos com ingredientes orgânicos, sem serderivados de petróleo, ingredientes adquiridos de forma sustentável, embalagens recicladas, recicláveis ou biodegradável e que não são testados em animais tendem a ganhar espaço em nossas prateleiras em hidratantes, sabonetes, máscaras para o rosto e cabelo, maquiagens, óleos, gel, tinturas de cabelo, esmaltes, condicionadores e shampoo.
A onda verde está abrangendo a área da beleza e da saúde de forma inovadora, com produtos que mostram os resultados rapidamente como os outros não ecologicamente corretos.
Os produtos orgânicos também dão importância aos ingredientes que vêm de origem animal. A preocupação é que eles não devem ser obtidos a partir da morte ou maus tratos do animal e sim da produção natural do ser. O mel das abelhas, por exemplo, pode ser extraído naturalmente e é responsável por ótimos resultados. As empresas também não usam flores, folhas e frutas em extinção e ainda se preocupam em fazer reposições do que foi usado.
Exemplo de marca de cosmético que aderiu á idéia ecológica foi a empresa brasileira Natura, que criou a linha Ekos, que possui produtos que não utilizam o óleo mineral, derivado do petróleo, e sim, óleos de origem vegetal. A marca também criou a Tabela Ambiental, que contém informações sobre a origem e o descarte da matéria-prima das embalagens e seus produtos, com a intenção de reduzir à zero sua emissão de gás carbono.
Confira a tabela em seu site www.natura.net. Diferente dos antigos produtos ecológicos, os produtos atuais não só tem a embalagem correta, agora os produtos vêm em embalagens bonitas, com um alto valor agregado, assim deixa de existir o mito de que os produtos "naturais" são feios.
A desvantagem é que a maioria dos pesquisadores e representantes das empresas afirmam que é impossível comercializar em grande escala um produto 100% correto. Um dos maiores problemas está na conservação do produto. Produtos totalmente ecológicos teriam pouca validade.
Além dos objetivos principais que os produtos devem atingir, a maior parte dos produtores de cosméticos orgânicos deseja que seus clientes observem as sensações que os produtos naturais transmitem como a energia do bambu, o relaxamento do lótus e muitos outros.
A aromaterapia também é outro trunfo, os cheiros dos produtos naturais podem aliviar o stress e melhorar a capacidade respiratória.
Para a certificação e regulamentação dos produtos orgânicos no Brasil foram criados O IBD (Instituto Biodinâmico) e o Ecocert. Ele dão a garantia se o produto está dentro das normas de qualidade e sustentabilidade com algumas prioridades como pureza, segurança e eficácia. Alguns selos são dados para produtos com mais de 5% de ingredientes orgânicos, já o IBD só aprova os produtos com no mínimo 90% dos ingredientes nessa categoria.
No inicio dos anos 90 é que a preocupação com produtos que agridem o meio ambiente aumentou e, esses anos foram marcados pela proibição da emissão de CFC em produtos como spray de cabelo e reuniões mundiais que abordam esse assunto. A partir dessa década, o assunto só ganhou mais foco. Atualmente, o movimento verde já é considerado um estilo de vida. Para muitos, os produtos eco-friendly são escolhas inquestionáveis.
Outras marcas que acompanham o movimento e que encontram-se no Brasil são: A Lush, a Éh Cosméticos, a Amazon Secrets, a Florestas, a Cassiopéia, Magia dos Aromas, Amazônia Viva, Reserva Folio, Weleda e a Phytophilo Aromatherapy.
FONTE:SALÃO FACIL